Justiça condena Avianca por danos morais a menino

Fonte: Noticias ao Minuto

0
50

A 2.ª Vara Cível de Campo Grande condenou a Avianca ao pagamento de R $ 8 mil por título de danos morais e reembolso de R $ 468,97 por danos materiais a um menor de idade que teve seu voo de retorno a sua residência Em Cuiabá, cancelado sem justificativa aparente.

 

O juiz do caso no qual o cancelamento sem justificativa e a falta de amparo à criança por parte da companhia configuram falha na prestação de serviços ao cliente.

Como informações são do site do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul. Segundo o autor, que foi representado na ação por sua mãe, foi lançado no dia 26 de julho de 2014 às 21h10. No entanto, na data do voo, foi informado de que foi cancelado e cancelado para o dia 29 de julho, o que impossibilitou o cancelamento ou reembolso da passagem.

Uma mãe do autor da ação explicou à Justiça que seu filho foi submetido “a circunstância inusitada em cidade estranha”, e “agravada pela falta de qualquer amparo da empresa requerida”. Ela ainda narra que o filho teve de voltar de ônibus para casa.

A empresa aérea rebateu afirmando que o voo foi cancelado em virtude de condições meteorológicas e rebate que garantem o auxílio ao menino, a partir do momento em que se encontram no hotel, realocação e tradução.

Sobre o dia da ocorrência, um Infraero informou o aeroporto de Cuiabá operando em condições por instrumento na noite do campo 26 de julho. Já em relação ao aeroporto de Campo Grande, informou que as condições meteorológicas foram desfavoráveis ​​e os pousos e decolagens foram feitos por instrumento.

Em relação às condições apontadas por Infraero, Paulo Afonso de Oliveira, uma situação não impediu a realização de voos e considerou que “ficou caracterizada na falha na prestação do serviço de transporte aéreo contratado pelo autor, não é apenas Por falta de justificação do cancelamento do voo, mas, sobretudo, em virtude do tratamento dado ao passageiro após o chamado cancelamento, visto que é necessário não comprovou o oferecimento de hospedagem, reestruturação e transporte como alega em sua contestação “.

O juiz também entendeu que não há provas de que a companhia aérea tenha prestado auxílio ao menor de idade.

“Na espécie, ficou caracterizada uma falha na prestação do serviço de transporte aéreo contratado pelo autor, não apenas por ausência de justificação do cancelamento do voo, mas, sobretudo, em virtude do tratamento dado ao passageiro após o pedido de cancelamento, visto que a requerida Não é comprovou o oferecimento de hospedagem, reorganização e transporte como alega em sua contestação, desrespeitando o previsto no parágrafo único do artigo 231 do Código Brasileiro de Aeronáutica “, anota o magistrado.

Para o magistrado a companhia aérea tem o dever de indenizar o jovem. “No tocante aos danos morais, restaram configurados pelo desconforto que o autor passou, sendo obrigado a aguardar, sem atendimento adequado, por horas sem aeroporto de Cuiabá”.

A reportagem entra em contato com uma avaliação da imprensa da Avianca, mas não é uma resposta para o momento. Com informações do Estão Conteúdo.

DEIXE UMA RESPOSTA