A RETOMADA DO COMPERJ CRIA ESPERANÇAS NA GERAÇÃO DE NOVOS EMPREGO NA REGIÃO

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Recentemente foi noticiado que o Complexo Petroquímico do Estado Rio de Janeiro (Comperj), sendo um importante projeto da Petrobras em Itaboraí cujas obras foram suspensas por no ano de 2015, acarretando fortes impactos negativos na economia da região esta agora retoma aos poucos sua consecução, dando início a uma incipiente contratação de mão de obra.

Inicialmente estão sendo convocados cerca de 250 trabalhadores, que aceitaram inclusive salários menores e postos de trabalho que exigem menos qualificação.

Tudo indica que este seja o marco inicial de uma retomada da cadeia produtiva do setor de óleo e gás, com um efeito bastante favorável para as demais cadeias produtivas da economia fluminense. A Firjam estima que até o final de 2019 sejam gerados aproximadamente três mil emprego diretos e indiretos, o que seria uma significativa injeção de recursos na economia dos municípios lindeiros. Com este movimento, há uma substancial mudança nas expectativas dos agentes econômicos, o que favorece a introdução de novos projetos.

Há a informação de que no primeiro trimestre desta ano, a Petrobras assinou um contrato de R$ 1,9 bilhão com o consórcio formado pela empresa chinesa Shandong Kerui e a empresa Método Potencial para construir a Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), em Itaboraí, com capacidade instalada capaz de processar 21 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.

Este pode ser o início da recuperação econômica dos municípios do entorno do Comperj, que tanto sofreram com as demissões em massa ocorridas no período de sua desativação.

 

Não podemos esquecer que um complexo petroquímico deste porte apenas se viabilizará enquanto fonte de geração de riqueza, se existir uma boa logística de entrada e saída disponível para movimentar os fluxos de matérias primas que deverão entrar e sair do complexo.

Por isso a importância da duplicação da BR 493 e da proposição de soluções intermodais para a região, envolvendo o transporte aquaviário, dutoviário, ferroviário e rodoviário.

Neste sentido, cumpre destacar a marcante atuação de Zé Augusto Nalin, que, quando Suplente de Deputado Federal, compondo a Comissão de Viação e Transportes, foi incansável no pedido de recursos para a duplicação da referida rodovia federal e na busca de investimentos para a rede ferroviária que corta os municípios de Magé e Guapimirim, bem como a proposição de estudos junto ao DNIT com vistas à ligação hidroviária para o fundo da baía da Guanabara e na reativação do porto abandonado em são Gonçalo.

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